terça-feira, 4 de julho de 2017

Futuro das eleições no AM nas mãos de Celso de Mello no STF

Após a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, declarar que é suspeita para atuar no processo que suspendeu a eleição para governador do Amazonas, após a cassação de José Melo,

caberá ao ministro Celso de Mello julgar o mérito da causa. Carmen Lúcia alegou  motivo de foro íntimo para não julgar os agravos regimentais, apresentados pelo senador Eduardo Braga e deputado Luiz Castro. Na tarde desta quinta-feira(6), o processo foi primeiramente repassado ao vice-presidente do STF Dias Tófoli, porém, por estar em recesso, a demanda passou às mãos do ministro Celso de Mello.
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Carmem Lúcia declarou-se suspeita para julgar a causa por ser prima de terceiro grau do ex-presidente do STF Sepúlveda Pertence, um dos advogados de Eduardo Braga, candidato nas eleições.  Sepúlveda assumiu o caso um dia antes da decisão de Carmem Lúcia.

Até esta quinta-feria (5), três dos nove candidatos a eleição suplementar no Amazonas apresentaram recursos ao STF com o objetivo de derrubar a decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski, de 28 de junho.