terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rio Preto da Eva vai receber R$ 5 milhões asfaltamento e investimento para a área de Educação

O Município de Rio Preto da Eva vai receber investimento de R$ 5 milhões para a reforma de duas escolas estaduais e a construção de uma quadra poliesportiva, como incentivo à Educação. Para o município, também estão programados o total asfaltamento de quatro de seus principais ramais, assim como todas as ruas deverão ser revitalizadas.
O anúncio foi feito na manhã de hoje (13), pelo governador do Amazonas, José Melo, durante inauguração das novas estruturas entregues pela prefeitura, entre elas um novo quartel da Polícia Militar, que vai receber o contingente de cerca de 50 homens que atuam na cidade.
“Já dei a ordem de serviço para a empresa asfaltar o Alto Rio, o Baixo Rio, o Francisca Mendes. Ainda nesse verão e no outro, vamos asfaltar as ruas da cidade, enfrentando o desafio de não deixar nenhuma rua esburacada”, afirmou Melo, que durante sua chegada, também determinou que a estrada da entrada do município fosse recapeada, obra essa que começou antes mesmo de o governador deixar a cidade. “Eu quero isso pronto e volto pra fiscalizar daqui 15 dias”, completou.
Acompanhado pelo prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa, Melo elogiou a iniciativa municipal e disse que os poderes têm de trabalhar em conjunto. Na próxima semana, Melo se reunirá com a gestão municipal da cidade amazonense e definirá que outras medidas e investimentos podem ser realizados no município.
Os homens da Policia Militar do Amazonas (PM-AM), que ganharam o novo quartel, foram lembrados sobre as promoções e os reajustes da classe. “Eu tenho um compromisso das promoções com vocês. Em abril, chega o dinheiro da repatriação e vamos pagar todo o retroativo em 12 parcelas e faremos todas as promoções”, disse.

Também foi prevista a construção de uma penitenciaria para 3.600 pessoas no município de Rio Preto da Eva. De acordo com José Melo, o local servirá para ressocializar presos de delitos não violentos, como o não pagamento de pensão alimentícia. “Essa penitenciaria terá nove oficinas e lá, os internos vão trabalhar produzindo peixe e frutas, para que ao final do mês, as suas famílias recebam o valor correspondente ao trabalho deles. Quando terminar a pena, o Estado, por meio da Afeam, pode dar suporte para que montem seu negócio”, explicou.