segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O segundo maior massacre em uma unidade Prisional no Brasil

O secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, falou que se trata de um “massacre” provocado pela briga entre as facções criminosas PrimeiroComando da Capital (PCC), originária de São Paulo, e a Família do Norte, do Amazonas. A maioria dos mortos pertence ao PCC. “Esse é mais um capítulo da guerra silenciosa que o narcotráfico mergulhou o país”, afirmou.
Esta é a segunda rebelião mais letal da história do sistema prisional brasileiro, ficando atrás apenas do Massacre do Carandiru, ocorrido em São Paulo em 1992, no qual 111 presos foram assassinados pelas tropas da Polícia.



O juiz Luís Carlos Valois, que esteve no Compaj para negociar o fim da crise disse que viu muitos corpos e que era difícil precisar o número  de mortos "pois muitos estavam esquartejados". “Nunca vi nada igual na minha vida, aqueles corpos, o sangue”, afirmou. No domingo seis detentos foram decapitados e tiveram seus corpos arremessados para fora da unidade.